19 de agosto de 2009
É pedra, pedra, pedra. E daí que eu não precisava ter feito nada daquilo? Mas eu quis. Quis correr atrás dos seus rastros segundo após segundo. E aquilo me aliviava e me fazia inteira. Simplesmente porque cada centímetro do seu sorriso se fazia meu. Seu e meu. Meu e seu. E aquilo, só aquela miséria de entrega, me satisfazia. E daí que eu esmaguei a porra da vergonha na cara? Eu só buscava felicidade, ainda que isso significasse míseros segundos do seu tempo, às vezes nem tão meus assim. Que se dane que todos riram, acharam ridículo. EU TE BEIJEI. Antes, nas minhas postagens ridículas. Agora, foi tudo real, tangível. Eu pude sentir! Minha mulher, farpa presa à parte mais pura do meu coração. Agora tudo é nosso. Meu e seu. Seu e meu.